REGULAMENTO DA PROMOÇÃO

I. A PROMOÇÃO : A Promoção faça sua matrícula e concorra a prêmios incríveis , está
sendo promovida pelo Grupo Alda .
Estão incluídos nessa promoção todos os serviços das unidades abaixo mencionadas :
 - Centro de Formação de Condutores Alda
 - Alda Fácil
 - Centro de Formação de Condutores Unidos – Unidade Diadema
 - Centro de Formação de Condutores Ester
 - Centro de Formação de Condutores Unidos – Unidade Mauá
 - Centro de Formação de Condutores CIDETRAN
II. PERÍODO DE VIGÊNCIA : Esta promoção será válida de 01/02/2019 a 30/04/2019 .
III. O SORTEIO : O sorteio será dia 02/05/2019 no CFC Alda - Unidade Diadema , o
mesmo será feito por uma transmissão ao vivo no Facebook . Todas as urnas foram
lacradas , os lacres serão rompidos no dia do sorteio e juntaremos todos os cupons
para ser realizar o sorteio .
IV. PRÊMIOS : Serão sorteados 3 ( três ) prêmios sendo eles :
1º PRÊMIO - TV 32
2º PRÊMIO - SMARTPHONE
3º PRÊMIO - BICICLETA
V. ENTREGA DOS PRÊMIOS : Os prêmios deverão ser retirados até 7 dias após o sorteio ,
e não será entregue a terceiros , somente poderá ser retirado pelo ganhador .
VI. DISPOSIÇÕES GERAIS : Cada cliente poderá preencher mais de um cupom , caso feche
outro serviço em uma unidade diferente .
Só participarão do sorteio os clientes que efetuaram o pagamento do serviço .

A Empresa

À Alda Fácil agrega experiência e conhecimento na consultoria e gerenciamento de riscos no mercado. Com qualidade superior na prestação de serviços, se destaca no atendimento diferenciado e voltado às necessidades dos seus clientes. Afinal, mais importante que disponibilizar um produto, é oferecer as melhores soluções para você.

 

 

 

Seguro de acidente: boa opção para os mais jovens?

 

 

 

O seguro para acidentes pessoais é uma modalidade de seguro ainda pouco conhecida no Brasil, mas que permite a cobertura até mesmo em caso de morte, desde que esta tenha sido causada por um acidente. Na verdade, a grande diferença entre um seguro de vida e o seguro de acidentes pessoais é que o de acidentes não cobre casos em que o segurado morre de causas naturais.

Apesar das pessoas mais jovens não se preocuparem, em geral, com o risco de falecimento, a maioria teme sofrer um acidente que impeça de continuar trabalhando, mesmo que temporariamente. As coberturas atuais são mais personalizadas, o que permite que você escolha uma apólice em linha com suas necessidades.

Quem deve contratar? Você trabalha e tem a sua renda, pode-se dizer que é quase independente financeiramente dos seus pais, mas será que se sofrer um acidente e for forçado a se ausentar do trabalho, terá como arcar com suas despesas? Você conta com algum tipo de proteção extra?

Se a sua empresa não lhe oferece seguro, e seus pais não gozam de uma folga orçamentária suficiente para garantir o seu sustento caso você não esteja empregado, certamente vale a pena considerar o seguro acidente. Como é de se esperar, uma pessoa jovem, solteira, sem filhos e com boa saúde oferece um risco baixo de falecimento e, por isso mesmo, consegue contratar um seguro que lhe garanta proteção por um valor relativamente baixo.

Na verdade, o custo do seguro de acidentes pessoas tende a ser um dos mais baixos para este tipo de segurado. Algumas seguradoras também oferecem outros benefícios complementares como, por exemplo, deixam de cobrar pelo seguro caso o segurado fique desempregado, desde que a perda do emprego não seja por justa causa.

Quanto custa?

Em geral, o custo do seguro por acidente é uma composição do custo da seguradora ter que arcar com a cobertura por invalidez ou morte. Se, de um lado, o risco de falecimento é menor quanto mais jovem você for, o de invalidez segue tendência inversa. A razão para isso é simples: quanto mais jovem o segurado, mais ousado e propenso a correr riscos ele está.

De maneira geral, pode-se estimar que o custo anual do seguro de acidente varie entre 0,05% (invalidez) e 0,08% (falecimento) do chamado capital segurado. Portanto, quanto menor a quantia que você quiser garantir em caso de acidente, menor o custo mensal do seguro, e vice-versa.

O capital segurado reflete o valor máximo que você pode receber caso venha a sofrer um acidente, e deve ser determinado com base nas suas despesas correntes e no período para o qual quer garantir o seu sustento. Quem acha que garantir o custeio por seis meses é suficiente, e possui gastos de R$ 700 por mês, pode pedir cobertura para R$ 4,2 mil.

Mas é preciso lembrar que as seguradoras adotam um percentual de ajuste para calcular o valor a ser efetivamente pago. Este percentual varia de acordo com a gravidade do acidente. Portanto, enquanto a perda de visão garante indenização integral, de 100%, nos casos de surdez de um dos ouvidos a indenização é de 40% do capital segurado.

O que não é coberto? Mas é preciso ficar atento. Se o acidente for causado, direta ou indiretamente, por perturbações devido ao uso de álcool, drogas ou qualquer substância tóxica, então muito provavelmente você não irá receber a sua indenização.

Também podem ficar de fora os acidentes causados por catástrofes naturais, como furacões, maremotos, etc. Mas, como todas as situações em que a indenização não é paga devem estar descritas no contrato, basta você verificar com cuidado o que está escrito e não assinar aquilo que não concordar.

Vida ou Acidente? Uma dúvida frequente é a de se o seguro de vida é mais vantajoso do que o de acidentes. Muitas pessoas acabam optando pelo seguro de acidentes, que é mais barato, mas esta não deve ser a principal consideração a ser feita. Você precisa entender a que tipo de risco está exposto, e que tipo de cobertura é mais importante para você.

A cobertura básica do seguro de acidentes prevê indenização em caso de invalidez ou falecimento causado por acidente, sendo que o acidente é definido como uma ocorrência involuntária, externa e súbita. Portanto, caso queira, você precisa contratar uma cobertura adicional para despesas médicas, incapacidade temporária, e auxílio funeral.

De maneira geral, para os jovens o custo dos dois produtos é praticamente equivalente. Como entre os jovens o risco de falecimento é baixo, o maior componente refere-se ao acidente, e daí a semelhança entre os custos dos dois produtos. Assim, a escolha vai depender do perfil de cada um. Em geral, recomenda-se a contratação de seguro acidente por quem não tem dependentes, e a de seguro de vida para quem os tem.

O seguro para acidentes pessoais é uma modalidade de seguro ainda pouco conhecida no Brasil, mas que permite a cobertura até mesmo em caso de morte, desde que esta tenha sido causada por um acidente. Na verdade, a grande diferença entre um seguro de vida e o seguro de acidentes pessoais é que o de acidentes não cobre casos em que o segurado morre de causas naturais.

Apesar das pessoas mais jovens não se preocuparem, em geral, com o risco de falecimento, a maioria teme sofrer um acidente que impeça de continuar trabalhando, mesmo que temporariamente. As coberturas atuais são mais personalizadas, o que permite que você escolha uma apólice em linha com suas necessidades.

Quem deve contratar? Você trabalha e tem a sua renda, pode-se dizer que é quase independente financeiramente dos seus pais, mas será que se sofrer um acidente e for forçado a se ausentar do trabalho, terá como arcar com suas despesas? Você conta com algum tipo de proteção extra?

Se a sua empresa não lhe oferece seguro, e seus pais não gozam de uma folga orçamentária suficiente para garantir o seu sustento caso você não esteja empregado, certamente vale a pena considerar o seguro acidente. Como é de se esperar, uma pessoa jovem, solteira, sem filhos e com boa saúde oferece um risco baixo de falecimento e, por isso mesmo, consegue contratar um seguro que lhe garanta proteção por um valor relativamente baixo.

Na verdade, o custo do seguro de acidentes pessoas tende a ser um dos mais baixos para este tipo de segurado. Algumas seguradoras também oferecem outros benefícios complementares como, por exemplo, deixam de cobrar pelo seguro caso o segurado fique desempregado, desde que a perda do emprego não seja por justa causa.

Quanto custa?

Em geral, o custo do seguro por acidente é uma composição do custo da seguradora ter que arcar com a cobertura por invalidez ou morte. Se, de um lado, o risco de falecimento é menor quanto mais jovem você for, o de invalidez segue tendência inversa. A razão para isso é simples: quanto mais jovem o segurado, mais ousado e propenso a correr riscos ele está.

De maneira geral, pode-se estimar que o custo anual do seguro de acidente varie entre 0,05% (invalidez) e 0,08% (falecimento) do chamado capital segurado. Portanto, quanto menor a quantia que você quiser garantir em caso de acidente, menor o custo mensal do seguro, e vice-versa.

O capital segurado reflete o valor máximo que você pode receber caso venha a sofrer um acidente, e deve ser determinado com base nas suas despesas correntes e no período para o qual quer garantir o seu sustento. Quem acha que garantir o custeio por seis meses é suficiente, e possui gastos de R$ 700 por mês, pode pedir cobertura para R$ 4,2 mil.

Mas é preciso lembrar que as seguradoras adotam um percentual de ajuste para calcular o valor a ser efetivamente pago. Este percentual varia de acordo com a gravidade do acidente. Portanto, enquanto a perda de visão garante indenização integral, de 100%, nos casos de surdez de um dos ouvidos a indenização é de 40% do capital segurado.

O que não é coberto? Mas é preciso ficar atento. Se o acidente for causado, direta ou indiretamente, por perturbações devido ao uso de álcool, drogas ou qualquer substância tóxica, então muito provavelmente você não irá receber a sua indenização.

Também podem ficar de fora os acidentes causados por catástrofes naturais, como furacões, maremotos, etc. Mas, como todas as situações em que a indenização não é paga devem estar descritas no contrato, basta você verificar com cuidado o que está escrito e não assinar aquilo que não concordar.

Vida ou Acidente? Uma dúvida frequente é a de se o seguro de vida é mais vantajoso do que o de acidentes. Muitas pessoas acabam optando pelo seguro de acidentes, que é mais barato, mas esta não deve ser a principal consideração a ser feita. Você precisa entender a que tipo de risco está exposto, e que tipo de cobertura é mais importante para você.

A cobertura básica do seguro de acidentes prevê indenização em caso de invalidez ou falecimento causado por acidente, sendo que o acidente é definido como uma ocorrência involuntária, externa e súbita. Portanto, caso queira, você precisa contratar uma cobertura adicional para despesas médicas, incapacidade temporária, e auxílio funeral.

De maneira geral, para os jovens o custo dos dois produtos é praticamente equivalente. Como entre os jovens o risco de falecimento é baixo, o maior componente refere-se ao acidente, e daí a semelhança entre os custos dos dois produtos. Assim, a escolha vai depender do perfil de cada um. Em geral, recomenda-se a contratação de seguro acidente por quem não tem dependentes, e a de seguro de vida para quem os tem.

Se o seu filho ou filha acabou de tirar a carteira de motorista e você pensa em dar um carro para ele ou ela, como prêmio por ter passado no vestibular, torne sua decisão mais segura para a vida deles e de outras pessoas. Impulsivos, os adolescentes testam seus limites e põem a vida em risco com o comportamento próprio da idade, como o gosto pela velocidade, principalmente os de sexo masculino. A sua preocupação é mais do que justificada. Além de inexperientes na direção, eles têm pouca maturidade. Comprovação disso é o alto índice de acidentes de trânsito com morte, envolvendo jovens entre 18 e 25 anos de idade. Avalie o comportamento de seus filhos antes de entregar-lhes a chave do carro. Um jovem inconsequente é também um motorista imprudente. Não arrisque. Se você considera que seus filhos têm condições emocionais e psicológicas para dirigir o próprio carro, certifique-se de que eles assimilaram os conceitos de direção segura. Uma medida preventiva, também, é você escolher um modelo de carro mais seguro, evitando os esportivos e de alto desempenho, que são um convite à alta velocidade e manobras arriscadas. Não deixe seu filho dirigir um carro com pouca estabilidade. Instale equipamentos de segurança, como air bags e brake light, se o orçamento permitir. Dê preferência a modelos menos visados pelos ladrões. Outro critério a ser levado em conta é descartar automóveis mais antigos. Os carros fabricados atualmente são projetados para oferecer menos riscos em caso de colisão do que os produzidos há dez anos.

Leia mais em: http://www.tudosobreseguros.org.br/sws/portal/pagina.php?l=174#seg_motoristas_jovens
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Seguro residencial: planeje a proteção do seu patrimônio


Apesar da casa própria estar certamente entre os maiores investimentos que uma pessoa ou família podem fazer ainda são poucas as pessoas que se preocupam em fazer um seguro deste patrimônio.

Além dos gastos com o imóvel, é preciso somar os gastos com reforma e, principalmente, móveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos etc. Juntando tudo temos uma fatia substancial do patrimônio da família, daí a importância de identificar o seguro certo de forma a proteger adequadamente seus bens.

Maioria acredita que seguro seja caro

Como explicar então o fato de que boa parte dos brasileiros não faz seguro residencial? A resposta é simples, diante de um orçamento cada vez mais apertado, a maioria das pessoas tenta reduzir os gastos ao máximo, evitando despesas que não consideram essenciais. Diante do número de furtos de automóvel e acidentes de trânsito, que estamos sujeitos nas maiores cidades do país, é fácil de entender a preferência pelo seguro de carro.

Outra razão é a percepção de que os seguros residenciais sejam caros, o que não é necessariamente verdade, já que o custo médio do seguro residencial é muito inferior ao do seguro de automóvel. Enquanto no seguro de automóvel a taxa de seguro varia entre 5-20% do valor do carro, no caso do seguro residencial a taxa anual varia entre 0,1% e 0,3% sobre o valor do imóvel.

Identifique suas necessidades

Seguro de vida ou acidente: como escolher entre os dois?

Muitas pessoas acabam optando por contratar seguro de acidentes porque, na maioria dos casos, se trata de uma opção mais barata do que o seguro de vida. Isso é um erro!

A escolha do seguro não pode se basear em custo, mas no risco que você corre de efetivamente necessitar uma determinada cobertura. Exatamente por isso, afirma-se que contratar seguro ajuda no seu planejamento financeiro.

Mais barato e cobertura mais restrita A cobertura básica do seguro de acidentes prevê indenização em caso de invalidez ou falecimento causado por acidente, sendo que este é definido como uma ocorrência involuntária, externa e súbita. Portanto, caso queira, você precisa contratar uma cobertura adicional para despesas médicas, incapacidade temporária, e auxílio funeral.

De forma simplificada, pode-se dizer que a maior diferença entre os dois seguros é que o de acidentes não oferece cobertura nos casos de falecimento por morte natural. Na prática, isso significa que o seguro de vida oferece uma cobertura mais ampla do que o seguro de acidentes pessoais, mas isso acaba refletindo no custo, que tende a ser maior do que o de seguro de acidentes.

Com ou sem dependentes? Diante disso, avalie com cuidado a sua situação atual: Que idade você tem? Que tipo de vida você leva? Qual a sua situação familiar, você tem dependentes?

Se você é jovem, solteiro, não tem ninguém que dependa financeiramente de você e pertence a uma família cuja situação financeira é tranquila, o seguro de acidentes é a opção mais atrativa. Afinal, seu maior risco é sofrer um acidente e não poder trabalhar mais. Pois, caso venha a falecer não irá deixar ninguém desamparado.

Por outro lado, se, mesmo sendo jovem, você tiver dependentes (cônjuge, filhos ou pais), o seguro de vida é mais indicado, pois garante uma cobertura mais ampla. Em linha, portanto, com a sua realidade: já que o risco financeiro da sua invalidez ou falecimento é maior neste caso. Afinal, caso isso aconteça, outras pessoas ficarão desamparadas, daí o porquê de ser importante calcular com calma o tipo de cobertura necessária.

De maneira geral, para os jovens, o custo dos dois produtos é praticamente equivalente. Como entre os jovens o risco de falecimento é baixo, o maior componente refere-se ao acidente, e daí a semelhança entre os custos dos dois produtos.

Na dúvida: avalie qual maior risco financeiro Sempre que estiver em dúvida sobre qual seguro escolher, lembre-se: ao contratar um seguro, seja ele qual for, o seu objetivo é se proteger do risco financeiro que um possível evento pode causar. Na prática isso significa que, se o risco financeiro de você vir a falecer por causas naturais for pequeno, cobertura que só é garantida pelo seguro de vida, pode valer mais a pena contratar um seguro de acidente, e vice-versa.